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1° Mostra de Cinema Indígena

3° ETAPA DA 1° MOSTRA DE CINEMA INDÍGENA DO IFFLUMINENSE

PARTICIPAÇÃO DURANTE A V SEMANA DAS LICENCIATURAS DO CAMPUS CENTRO

IFF CAMPUS CENTRO  – 2018

 

Título: 1° Mostra de Cinema Indígena do IFFluminense: um olhar com cuidado sobre a relação entre educação e produção audiovisual a partir do documentário “Em Busca da Terra Sem Males”.

Professores Debatedores: Rafael Tardin, (Professor de Filosofia do campus Bom Jesus e Coordenador do Projeto de Extensão Cineclube Debates), Ivan de Angelis (Graduado em cinema, com especialização na EICTV (Cuba); graduado em História (UFRJ); graduando de filosofia (UFF), Guilherme Lemos (Professor de Sociologia, Bacharel em Ciências Sociais pela UFRJ, Coordenador do NEABI – IFF campus Bom Jesus), Rogério Fernandes (Doutor em Sociologia Política – UENF, Professor de História do IFF campus Bom Jesus) e Wallace da Silva Mello (Mestrando em Sociologia Política pela Universidade Estadual do Norte Fluminense-UENF, Graduado em História (UNIFSJ) e professor da Rede Estadual de Ensino do Rio de Janeiro-SEEDUC).

Uma breve descrição:  A 1° Mostra de Cinema Indígena do IFFluminense, enquanto evento itinerante, chega ao campus Centro em sua V Semana das Licenciaturas propondo um olhar atento sobre a relação entre a linguagem audiovisual e os povos indígenas. A sessão de exibição e discussão em questão assume como ponto de partida o documentário “Do Novembro Negro ao Abril Indígena: em busca da Terra sem Males”. Produzido por equipe de professores e alunos do campus Bom Jesus sobre a problemática indígena, a narrativa se desenvolve a partir de uma inquietação manifestada por uma aluna durante a sessão de exibição e discussão de outro documentário que tratava simultaneamente do Holocausto Judeu e da Diáspora Africana. "Onde está o Genocídio Indígena, no meio dessas tragédias humanas?", dizia a aluna. A partir desse questionamento, o desafio foi partir em busca de Araribóia, líder dos Temininós, que tiveram participação decisiva na vitória dos colonizadores portugueses sobre a Confederação dos Tamoios e os franceses que ocuparam a Baía de Guanabara, no século XVI. A personagem dúbia de Araribóia, que se alterna entre chefe guerreiro e agente da colonização, abre um debate sobre o papel do indígena na sociedade brasileira, abordando problemas aparentemente contraditórios como resistência e aculturação. Um dos objetivos dessa sessão é o de compartilhar os desafios e aprendizados decorrentes da utilização do audiovisual enquanto pretexto para promover uma transformação do olhar, o qual por sua vez implicaria em construções no campo epistemológico, sociopolítico e cultural.