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Minicursos

MC 01: Como se tornar um autor? - 15/08 - 8h30min às 11h30min - Sala Multimidia 1 - Bloco A

Ministrante: Elias Rocha Gonçalves

Resumo

Você deseja publicar um livro? Ou ainda: você almeja ser um escritor, mesmo que ainda esteja no ensino fundamental, médio ou universitário? Não se preocupe, pois existem muitos autores jovens! Já pensou em ser escritor? Aprenda agora mesmo como ser escritor e realizar o sonho de muitos! Se você atualmente quer escrever um livro, mesmo que você pense que possa ser jovem demais para o trabalho, esta é a palestra que você precisa assistir. VENHA!

 

Número de vagas: 40

Horário: 15/08/18 - 08:30

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MC 02: Estilos de aprendizagem e ensino de ciências - 15/08 - 08h30min às 11h30min - Sala: 222 Bloco A - LIFE

Ministrante: Tatiana Almeida Machado; Rodrigo Garret da Costa

Resumo

Compreende-se por estilos de aprendizagem, características e preferências quanto à forma de se apropriar das informações, processá-las e construir novos conhecimentos. O conhecimento sobre os diferentes estilos de aprendizagem pode ser configurar como uma ferramenta importante para o aprimoramento do ensino, na medida em que possibilita aos professores direcionarem e diversificarem suas estratégias para atender à necessidade dos aprendizes. Quanto mais estratégias diversificadas forem oferecidas ao aprendiz, maior a chance de lidar com as diversas formas de apresentação dos conteúdos, tornando assim, a aprendizagem mais significativa. Sendo assim, o objetivo do minicurso é apresentar e discutir a utilização dos modelos de aprendizagem como estratégia de aprimoramento das situações de ensino e aprendizagem. Para tanto, será apresentado um breve histórico dos estilos de aprendizagem e dos principais modelos encontrados na literatura (Kolb; Fleming; Felder–Silverman; Felder-Soloman), de forma a fornecer subsídios para as discussões sobre boas práticas da aplicação de modelos de aprendizagem no desenvolvimento de estratégias de ensino de temas relacionados às Ciências da Natureza.

Número de vagas: 20

Horário: 15/08/18 - 08:30

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MC 03: Conversando sobre autorregulação da aprendizagem- 15/08 - 8h30min às 11h30min - Sala 204 Bloco F

Ministrante: Vera Lúcia Deps

Resumo

Através deste encontro pretende-se fazer uma breve retrospectiva histórica sobre o aparecimento da teoria da autorregulação da aprendizagem, refletir sobre o seu conceito de acordo com a literatura especializada e sobre as dimensões que integram tal construto (metacognitiva, motivacional, comportamental e contextual). Buscar-se-á também, através do diálogo, discutir sobre condições que facilitam o autorregular do aprender em sala de aula, focalizando o papel do professor como mediador dessa aprendizagem. Espera-se também dar oportunidade aos ouvintes para manifestarem suas opiniões a respeito dos conteúdos apresentados. Justifica a apresentação dessa temática a sua pouca divulgação no Brasil, o reconhecimento de sua importância para a aprendizagem do aluno, e a necessidade de se incentivar o comportamento autorregulado do estudante em decorrência do mundo de transformações rápidas em que vivemos.

 

Número de vagas: 30

Horário: 15/08/18 - 08:30

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MC 04: Do letramento tradicional ao letramento digital na sala de língua portuguesa - 15/08 - 8h30min às 11h30min - Sala Multimidia 2 - Bloco A

Ministrante: Ana Lúcia Monteiro Ramalho Poltronieri Martins

Resumo

Compreende-se o termo ‘letramento digital” como habilidades necessárias e contínuas que nos garantem acesso e uso eficientes diante das tecnologias digitais. Essas habilidades são muito mais complexas do que a habilidade de ler e escrever textos impressos, porque as tecnologias digitais englobam diversos tipos de semioses. Em sendo a escola o lugar social para o processo de ensino-aprendizagem formal da leitura e da escrita, acreditamos que cabe a ela capacitar os alunos para o processo contínuo de letramento digital, tendo em vista não só o mercado de trabalho, que está cada vez mais propenso a novas tecnologias digitais, mas também a formação cidadã, porque os espaços multimidiáticos estão presentes em nossas ações sociais e privadas. Sendo assim, o objetivo deste minicurso é levantar discussões sobre como se devem usar os meios digitais na aula de língua portuguesa, abrindo novas perspectivas pedagógicas e reorganizando as estratégias de ensino relacionadas à leitura e à prática de produção de textos.

Número de vagas: 30

Horário: 15/08/18 - 08:30

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MC 05: Libras, que língua é essa? - 15/08 - 8h30min às 11h30min - Sala 127- Bloco A

Ministrante: Cristiaine Silva Ribeiro; Ludmila Veiga Faria Franco; Calili Cardozo dos Santos Paravidini; Matheus Almeida Ferreira Costa

Resumo

A Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), ao contrário do que muitos pensam, é uma língua e possui uma estrutura gramatical própria, ultrapassando as ideias de ser apenas gestos ou mímicas. Com o intuito de difundir a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) de forma prazerosa, proporcionando o aprendizado inicial de uma das línguas oficiais do Brasil, reconhecida pela Lei de n° 10.436 de 2002 e seguindo as diretrizes do decreto de n° 6.562 de 2005 de tornar a sociedade falante dessa língua. Este minicurso apresenta a oportunidade para compreensão da Língua de Sinais, na condição de segunda língua (L2), entre os ouvintes, uma vez que é o foco da comunicação viso-gestual, entre os surdos e surdos e ouvintes, propiciando a inclusão deste grupo minoritário, como sujeitos sociais, educacionais, culturais e históricos que compõem o cotidiano. Tendo como metodologia de ensino a proposição de envolver diferentes atividades de formação e práticas da pedagogia visual, como conhecimento do público alvo, anseios, aplicação de atividades teórico-práticas, para melhor intervenção. Desse modo, esperasse a participação do público alvo nas atividades propostas, intervindo positivamente na formação acadêmica, de forma a contribuir para inclusão de todos os participantes no processo de ensino do contexto escolar e extraescolar.

Número de vagas: 30

Horário: 15/08/18 - 08:30

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MC 06: Cena e espaço: possibilidades da encenação no espaço não convencional - 15/08 - 8h30min às 11h30min - Sala do Espelho (Ginásio) e Sala multimídia da Educação Física

Ministrante: Takna Mendonça Formaggini

Resumo

A ocupação de espaços urbanos e outros espaços não convencionais pela cena teatral pretende inserir-se como uma significativa possibilidade de proporcionar a formação de um olhar estético e afetivo sobre estes espaços, oportunizando a discussão política, artística e crítica da sociedade, ampliando assim uma aquisição de conhecimento cada vez maior dos códigos teatrais, possibilitando à comunidade a experiência da aproximação de um fazer teatral que pretende ocupar e ressignificar espaços públicos na percepção destes enquanto possuidores de poética própria e inerente à carga semântica que podem ser capazes de despertar. Partindo dessa premissa, o minicurso Cena e espaço: possibilidades da encenação no espaço não convencional, pretende debater possibilidades de composição cênica-corporal para a cena de rua, sua relação com o texto dramático e o espaço urbano, processos pessoais e grupais de construção, assim como relacionar estas práticas criativas com as novas teorias do teatro contemporâneo, ampliando o campo de reflexão sobre o teatro e a cidade, seus aspectos estéticos, técnicos e suas relações sociais. O minicurso será dividido em dois momentos: o primeiro pretende fazer um debate sobre a cena teatral realizada em espaços urbanos, partindo do estudo da experiência de algumas Companhias Teatrais de relevante atuação no país. No segundo momento, os participantes farão uma experiência prática relativa à inserção da ação teatral em espaços não convencionais. Para este segundo momento, os participantes do minicurso deverão estar utilizando roupa confortável na cor preta, além de ser necessário também, que os mesmos levem para o encontro, dois objetos de uso cotidiano (que não sejam objetos muito pequenos).

Número de vagas: 25

Horário: 15/08/18 - 08:30

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MC 07: Mapas conceituais: enriquecimento das práticas de futuros professores - 15/08 - 8h30min às 11h30min - Laboratório de Informática - Sala 201- Bloco F

Ministrante: Adelson Siqueira Carvalho; Kennya Ferreira Silva Miranda; Murilo Alvares Vieira; Silvana da Silva de Azevedo Lima; Soraya Castro de Limar Oliveira; Suély Gomes da Silva

Resumo

Diante dos desafios educacionais pela promoção de uma educação de qualidade, os futuros professores precisam estar vigilantes aos processos de formação para atualização e ampliação dos seus conhecimentos, se capacitando para empregar novas ferramentas e metodologias de ensino. Neste contexto, temos nos Mapas Conceituais (MC), ferramentas didático-pedagógicas que possibilitam a representação gráfica do conhecimento por meio da organização hierárquica de conceitos e relação entre eles. Os MC foram propostos por Joseph Novak e fundamentam-se na Teoria da Aprendizagem Significativa (TAS) de David Ausubel. Essa teoria valoriza o conhecimento prévio existente na estrutura cognitiva dos indivíduos. Isso é um fator importante para o processo educativo, uma vez que podem servir de “ancoradouro” para novos conceitos, contribuindo para a aprendizagem significativa. Os MC podem se tornar ferramentas potencializadoras, orientando conceitos importantes. Aplicações de MC têm sido apresentadas em literatura científica, com resultados relevantes do seu emprego no processo de ensino e aprendizagem. A utilização dos MC é vasta no campo educacional, podendo ser uma ferramenta para estruturação de currículos formativos e/ou organização de conteúdos mais específicos, revisão de conceitos e ainda como forma de avaliação, podendo ser utilizada por professores e alunos. Compreendendo a importância do uso de novas metodologias que contribuam para a aprendizagem, este minicurso pretende apresentar a técnica de Mapeamento Conceitual para os licenciandos, demonstrando seu potencial, a fim de capacitá-los em sua utilização, para o enriquecimento de suas futuras práticas docentes. Desta forma, o minicurso propõe as seguintes atividades: breve explanação da Teoria da Aprendizagem Significativa, explicação acerca dos MC, aplicações dos MC na educação, técnicas de Análise e Avaliação de MC e experimentação do software (Cmap Tools) na construção dos MC.

Número de vagas: 20

Horário: 15/08/18 - 08:30

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MC 08: Ensino de Ciências: uso de aplicativos educacionais em smartphones - 15/08 - 8h30min às 11h30min - Sala 128 - Bloco A

Ministrante: Marcelle de Oliveira Manhães; Fernanda Cristina da Silva Rangel; Valéria de Souza Marcelino; Sílvia Cristina Freitas Batista

Resumo

Trabalhar Ciências é motivar, é aguçar a curiosidade, é tornar possível a compreensão dos alunos sobre os fenômenos naturais que ocorrem no cotidiano, além de despertar sua visão crítica. Uma estratégia que pode contribuir para o ensino de Ciências é o uso de aplicativos em dispositivos móveis. O smartphone é um dispositivo móvel popular entre os jovens da sociedade atual. Além da popularidade, aspectos como mobilidade, praticidade de uso, utilização em contextos reais, possibilidade de acesso à Internet e disponibilidade de aplicativos educacionais têm despertado interesse no uso pedagógico desse dispositivo. A utilização do smartphone do próprio aluno em ações educacionais é uma estratégia prática que pode contribuir para o processo de ensino e aprendizagem das Ciências Naturais. Diante desse contexto, o objetivo do minicurso é discutir o potencial pedagógico de dispositivos móveis no ensino de Ciências, apresentar propostas de atividades apoiadas no uso de aplicativos educacionais, em smartphones, destinadas ao ensino investigativo de Química e Biologia, no Ensino Médio, e propor aos participantes a confecção de uma sequência didática que contemple o uso de aplicativos, tendo em vista o ensino por investigação. Os aplicativos utilizados no minicurso serão informados aos participantes, previamente, para que possam ser instalados nos seus dispositivos, considerando o sistema operacional Android. De forma geral, espera-se, com o minicurso, incentivar a realização de práticas educacionais inovadoras, nas quais o aluno tenha papel ativo.

Número de vagas: 30

Horário: 15/08/18 - 08:30

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MC 09: Reinterpretando o Brasil contemporâneo: a teoria sociológica de Jessé Souza - 15/08 - 8h30min às 11h30min - Sala 129 - Bloco A

Ministrante: Marcos Abraão Fernandes Ribeiro

Resumo

Este minicurso tem como objetivo apresentar a teoria sociológica de Jessé Souza. O sociólogo se notabilizou pelo esforço teórico em criticar as interpretações clássicas de cunho culturalista de Sérgio Buarque de Holanda, Roberto DaMatta e Raymundo Faoro que defendem, cada qual ao seu modo, que teríamos na herança ibérica pré-moderna um traço essencial e estruturante que explicaria nossos conflitos sociopolíticos mais importantes. O autor propõe uma reinterpretação de dilemas brasileiros cruciais como a modernização, a desigualdade social e a luta de classe. Além do esforço de reconstrução teórica, Jessé Souza se notabilizou pela demarcação da nova classe trabalhadora que surgido como fruto do capitalismo financeiro, os “batalhadores brasileiros”. Assim, foi de encontro à tese defendida pelo economista Marcelo Nery e reproduzida pelo senso comum, de que o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria criado uma nova classe média. O autor ainda utilizou sua teorização para denunciar o golpe que retirou a presidente Dilma Rousseff (PT) do poder em 2016. Para isso, publicou seus últimos três livros, A Tolice da Inteligência Brasileira (2015), A Radiografia do Golpe (2016) e A Elite do Atraso: da Escravidão à Lava Jato (2017). Seguramente, o trabalho de Jessé Souza possui inúmeros méritos que têm sido demarcados pelo sucesso editorial junto ao grande público. Como procedimento metodológico utilizarei a análise imanente e exegética de suas publicações, que tem como objetivo ambicioso a construção de uma teoria crítica da modernidade periférica.  Assim, apresento um balanço da produção teórica de Jessé Souza, demarcando os pontos centrais de seu  notável esforço em construir uma nova teorização sobre Brasil. 

Número de vagas: 40

Horário: 15/08/18 - 08:30

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MC 10: Diferentes métodos de resolução de equações de segundo grau- 15/08 - 8h30min às 11h30min - Sala 130 - Bloco A

Ministrante: David de Freitas Moreira; Guilherme Siqueira de Castro; Isaías Ribeiro; José Ramon Corrêa de Abreu; Juliana Alves do Carmo Tavares; Lívia Azelman de Faria Abreu

Resumo

De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) o maior objetivo do Ensino da Matemática não é levar o aluno a resolução de problemas matemáticos de forma mecânica sem a compreensão de cada um deles, mas sim desenvolver no aluno o raciocínio matemático, fazendo com que ele saiba incorporar soluções alternativas, reestruturar e ampliar a compreensão acerca dos conceitos envolvidos nas situações e, desse modo, aprender. A equação do segundo grau é um conteúdo importante da Álgebra escolar e a sua resolução normalmente é feita através da fórmula resolutiva da equação do 2º.  grau, mas na maioria das vezes o aluno sequer a compreende. Sendo assim, o minicurso tem por objetivo propor outras maneiras de resoluções de equações do 2º.  grau, desenvolvendo assim o raciocínio matemático e o senso crítico, fazendo com que sejam capazes de escolher qual o melhor caminho para a resolução da equação proposta. Trabalharemos a resolução da equação de segundo grau pelos métodos de fatoração e método geométrico (completamento de quadrado), pelas relações de Girard (soma e produto) e, além disso, apresentaremos uma dedução da fórmula resolutiva da equação de segundo grau com o objetivo de compreender “de onde veio” essa fórmula. Como recurso didático, utilizaremos material concreto que juntamente com a exposição no quadro garantirá uma melhor visualização do conteúdo a ser exposto. Como pré-requisito, os inscritos no minicurso devem saber o conceito da equação de segundo grau e saber resolvê-las com a utilização da fórmula resolutiva da equação de segundo grau, levar somente lápis e borracha, não será necessário utilizar calculadora, pois abordaremos situações em que a mesma não pode ser usada como recurso.

Número de vagas: 30

Horário: 15/08/18 - 08:30

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MC 11: Diferentes abordagens metodológicas para o estudo do DNA - 15/08 - 8h30min às 11h30min - Laboratório de Informática do CELIFF - Bloco A

Ministrante: Wanderson Júnior dos Santos Chagas; Laís dos Santos Conceição; Natália Deus de Oliveira Crespo; Luciana Belarmindo da Silva

Resumo

O ensino é por muitas vezes caracterizado por um cotidiano de muitas dificuldades e superações enfrentadas tanto pelos alunos quanto professores. A dinâmica do processo de ensino-aprendizagem é o pilar para consolidar o conhecimento e, desta forma, diversas podem ser as estratégias utilizadas pelos docentes para promover o aprendizado e a consolidação de saberes. Como exemplo de metodologias de ensino pode-se citar as atividades experimentais, palestra, oficinas, coleções, visitas-técnicas, modelos e exposições integradoras. Sabe-se que os conhecimentos na área de genética são de natureza interdisciplinar e apresentam relação direta com o contexto social contemporâneo. O objetivo deste minicurso é abordar, por meio de diferentes estratégias, como estudar/ensinar conceitos de genética utilizando como tema central a molécula do DNA. Atualizações teóricas relacionadas ao tema serão intercaladas por diferentes atividades, experimentos, modelos didáticos, simuladores, entre outras. Espera-se com esta ação apresentar subsídios que permitam aos participantes ter uma formação complementar a fim de formar professores mais reflexivos e com uma atuação integradora.

Número de vagas: 30

Horário: 15/08/18 - 08:30

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MC 12A: Tecnologias Digitais na Elaboração de Sequências Didáticas: o Powtoon como ferramenta de auxílio no processo de ensino e aprendizagem - 15/08- 8h30min às 11h30min - Sala de Informática nº 8 - Bloco E

Ministrante: Valéria de Souza Marcelino; Luciana Gonçalves de Oliveira

Resumo

As Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação, no contexto escolar, favorecem um ensino que possibilita estimular a criatividade e instigar o aprendiz à descoberta, no entanto é necessário que o docente seja capaz de realizar a mediação dentro desse processo interativo de trocas e que é permeado pela multiplicidade de tecnologias que atraem cada vez mais os alunos. Com objetivo de proporcionar a construção de ações didático-pedagógicas mais dinâmicas e alinhadas ao desenvolvimento das tecnologias digitais, será proposto no minicurso a elaboração de sequências didáticas com a utilização do PowToon uma ferramenta virtual de criação e apresentação multimídia que pode auxiliar o professor, mesmo que este não possua conhecimentos técnicos ou de design, a criar animações dentro dos conteúdos escolares, tornando suas aulas mais atrativas e possibilitando o desenvolvimento de um processo diferenciado de construção e compartilhamento do conhecimento. O PowToon está inserido em uma plataforma de uso gratuito que permite a criação de apresentações e vídeos animados. Apesar de não ter sido inicialmente planejado para uso pedagógico, pode ser utilizado em condições diversas, incluindo o ambiente escolar. No site oficial do PowToon (www.powtoon.com) há, em seu menu principal, um espaço denominado 4Edu voltado para professores e estudantes. Ao ser utilizado no espaço escolar, esta ferramenta pode tornar o processo de ensino e aprendizagem bem-sucedido, uma vez que oferece possibilidade de construção dos conhecimentos por parte dos alunos, além de possibilitar a autonomia do aprendiz, as conexões e associações mentais, o aprender-em-uso, o caráter concreto do conhecimento e o aprender fazendo.

Número de vagas: 20

Horário: 15/08/18 - 08:30

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MC 12: Jogos Educacionais: nossos alunos podem escolher- 15/08 - 15h30min às 18h30min - Sala 222 - Bloco A (LIFE)

Ministrante: Rosivar Marra Leite Sanches; Sílvia Cristina Freitas Batista

Resumo

Na sociedade atual, os dispositivos móveis estão cada vez mais presentes no cotidiano das pessoas. A popularidade, os avanços tecnológicos que permitem o desenvolvimento de diversas ações por meio desses dispositivos e a possibilidade de uso de aplicativos educacionais são aspectos que têm despertado o interesse de uso desses equipamentos também no campo educacional. Nesse minicurso, tem-se por foco um tipo especial de aplicativos: os jogos educacionais. Tais jogos possuem objetivos pedagógicos embutidos em sua proposta e, dependendo das características apresentadas ou das estratégias adotadas, podem, ou não, atrair o interesse dos jovens. Nesse contexto, o minicurso proposto tem por objetivo discutir questões relacionadas ao uso de jogos educacionais para dispositivos móveis, no contexto da educação formal, e a importância da avaliação desses aplicativos pelos próprios alunos. O minicurso será desenvolvido em duas partes. Na primeira, serão abordadas questões sobre o uso de jogos educacionais para dispositivos móveis e será descrita uma atividade pedagógica que requereu seleção e análise de aplicativos desse tipo por alunos do 7º e 8º anos do Ensino Fundamental, na disciplina de Matemática, e por alunos do 2º ano do Ensino Médio, na disciplina de Física. Além disso, serão apresentados resultados obtidos nessa atividade, com a exposição de alguns jogos selecionados e suas respectivas avaliações pelos alunos. Na segunda parte do minicurso, os participantes, utilizando tablets Android institucionais, selecionarão jogos educacionais e promoverão a avaliações destes, com o auxílio da mesma ficha de avaliação que foi utilizada na atividade com os alunos. De forma ampla, espera-se, com o minicurso, contribuir para a realização de práticas educacionais mais adequadas aos jovens da sociedade atual.

Número de vagas: 20

Horário: 15/08/18 - 15:30

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MC 13: A Crítica Genética como uma aliada na sala de aula: a compreensão do "erro" como parte do processo criativo - 15/08 - 15h30min às 18h30min - Sala 127 - Bloco A

Ministrante: Ingrid Ribeiro da Gama Rangel; Eleonora Campos Teixeira

Resumo

A Genética, diferentemente de outras críticas literárias, não se ocupa da obra de arte acabada, mas do caminho criativo do artista. O geneticista analisa o texto desde o primeiro registro da ideia à sua versão definitiva. Ao acompanhar a construção de um poema, por exemplo, o crítico tem a possibilidade de ver o nascer dos versos, quando eles ainda estão em forma de potência. Frequentemente, nos documentos do processo, são encontradas rasuras que revelam o fluxo do pensamento e suas alternâncias na busca pela expressão ideal. No âmbito da sala de aula, os estudos do processo criativo podem contribuir para que o discente perceba seus “erros” ou dificuldades escolares como partes do movimento de construção do conhecimento. Afinal, diante de algumas questões e de conteúdos aparentemente mais complicados, o aluno pode se sentir desestimulado e com equivocados sentimentos de incapacidade. A formação de um indivíduo autônomo e criativo pode ser ainda mais dificultada se os instrumentos avaliativos forem utilizados sem que se conceba a relevância do respeito aos percursos cognitivos do aprendiz. O minicurso tem por objetivos discutir concepções de avaliação da aprendizagem e, à luz da crítica genética, salientar a importância do elogio à aprendizagem como resultado de processos significativos. Como atividades, serão propostos exercícios de análises genéticas de composições de Chico Buarque e de poemas de Pedro Lyra. Humanizando grandes artistas, incentiva-se o aluno a ser mais autônomo e confiante em sua vida escolar. Além disso, ele é convidado a perceber que os processos de criação e de aprendizagem são, na maioria das vezes, cheios de percalços, emendas e rasuras.

Número de vagas: 30

Horário: 15/08/18 - 15:30

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MC 14: Uso do Trello como ferramenta pedagógica - 15/08 - 15h30min às 18h30min - Sala de Informática nº10 - Bloco E

Ministrante: Roberta Braga Torres

Resumo

O Trello é bastante conhecido por ser uma ferramenta de gerenciamento de projetos, mas que pode ser adotado e ajustado para diferentes fins. Neste minicurso, o foco será o uso desta ferramenta no contexto pedagógico, favorecendo o processo de ensino e buscando estimular a maior participação dos discentes, a partir de uma plataforma interativa e colaborativa, provendo o compartilhamento de conhecimentos e experiências. Os docentes podem usufruir de sua estrutura, dentre outras possibilidades, para explorar a aprendizagem baseada em projetos em suas turmas, acompanhando a evolução dos trabalhos e avaliando o desempenho da turma com transparência.

Número de vagas: 30

Horário: 15/08/18 - 15:30

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MC 15: Teatro do Oprimido e Educação: atuando sobre as relações de opressão na escola - 15/08 - 15h30min às 18h30min - Sala Mercedes Batista - 2º andar - CENACAM

Ministrante: Céli do Nascimento Palácios

Resumo

Um dos conceitos centrais na metodologia criada pelo ator, diretor e dramaturgo Augusto Boal é a participação do espectador na cena. Boal, que é uma das figuras mais importantes no teatro brasileiro, criador de um método, o Teatro do Oprimido, que tem alcance internacional e atualmente reúne pesquisadores do mundo inteiro em eventos dedicados ao seu estudo, defendia que todos podemos atuar, mas apenas algumas pessoas escolheram faze-lo profissionalmente. Portanto, esta oficina tem dois focos específicos que se perpassam: o conceito de EspectAtor, o que significa que todos atuam e todos observam a cena, e capacidade de jogar e estar em cena intrínseca a todos os seres humanos. Acreditando numa formação docente voltada para o desenvolvimento da sensibilidade e da sensorialidade, problematizando a hierarquia da racionalidade como uma capacidade superior, a proposta de uma educação docente sensível proporciona uma fruição mais compreensiva e abrangente do mundo. Busca-se, então, uma estética-politizante. Os jogos do acervo do Oprimido, nesta oficina, nos convidam a, através de jogos e improvisações, atuarmos sobre questões de opressão na escola, com as quais temos que lidar enquanto docentes. Assim, propõe-se que os jogos teatrais despertem para a possibilidade de se colocar no lugar do outro, de sentir como um outro, diferente de si mesmo, para que se possa refletir e repensar o olhar sobre situações de opressão às quais, muitas vezes, podem passam despercebidas. A oficina consiste de jogos de aquecimento corporal, integração, disponibilidade corporal (segundo Boal, jogos que tornam o corpo expressivo) e jogos de improviso, nos quais serão atuadas situações de opressão na escola que surgirem nas propostas dos participantes.

Número de vagas: 20

Horário: 15/08/18 - 15:30

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MC 16: Se falta interpretação de texto, o responsável é o professor? - Um olhar interdisciplinar sobre a compreensão de textos na educação básica - 15/08 - 15h30min às 18h30min - Sala Multimídia 2 - Bloco A

Ministrante: Thiago Eugênio Loredo Betta

Resumo

Dados estáticos denunciam e memes repercutem nas redes sociais: o brasileiro apresenta dificuldades para ler e compreender textos. Neste cenário, o professor de português acaba sendo responsabilizado, pois tal atividade esteve por muito tempo restrita às aulas desta disciplina. Entretanto, os estudos da linguística textual e das teorias do discurso aplicados ao ensino de língua portuguesa, como os desenvolvidos por Koch e Elias, Marcuschi, Orlandi e Lajolo, revelam que o conhecimento linguístico, apesar de necessário, não é suficiente para o processamento textual. Somam-se ao conhecimento do sistema e das unidades linguísticas, o conhecimento de mundo e o conhecimento interacional. Sendo assim, o presente minicurso procura apresentar, na forma de exercícios práticos, algumas reflexões e estratégias didáticas interdisciplinares aplicadas com o objetivo de se desenvolver a compreensão textual, prática que está presente no trabalho pedagógico de professores do ensino médio e fundamental, não só os de língua portuguesa. A compreensão textual, apesar de estar presente nas demais disciplinas, não é trabalhada de modo interdisciplinar, sistematizado e intencional por esses professores. Assim, o objetivo do minicurso será o de apresentar tal atividade de modo reflexivo e sistematizado. As reflexões partirão das questões teóricas levantadas pelos autores acima elencados e as estratégias didáticas consistirão na aplicação das teorias na elaboração de atividades escolares que dialoguem com os diferentes componentes curriculares da educação básica. Durante o minicurso, especialmente na elaboração das atividades, buscar-se-á o contato com os componentes curriculares de origem dos participantes.

Número de vagas: 20

Horário: 15/08/18 - 15:30

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MC 17: Metodologia científica baseada em evidências - 15/08 - 15h30min às 18h30min - sala 128 - Bloco A

Ministrante: Elias Rocha Gonçalves

Resumo

O objetivo deste minicurso é refletir sobre a NOVA prática da Metodologia Baseada em Evidências-MBE na prática de vários profissionais. A prática baseada em evidências é uma metodologia para a prática difundida entre os profissionais nos Estudos de Casos. Consiste na utilização de evidências científicas, produzidas por estudos desenvolvidos com rigor metodológico, para tomada de decisões sobre as melhores condutas frente a cada caso. A formação de uma evidência científica segue alguns passos: formulação de uma questão, busca de evidências, avaliação crítica da evidência encontrada e tomada de decisão com base nessa evidência.

Palavras-chave: Metodologia.  Evidências.  Tomada de decisão.

Número de vagas: 40

Horário: 15/08/18 - 15:30

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MC 18: As Forças Armadas e a Política no Brasil: uma breve digressão histórica - 15/08 - 15h30min às 18h30min - Auditório Miguel Ramalho - Bloco A - Térreo

Ministrante: Synthio Vieira de Almeida

Resumo

Análise conjuntural da  ascensão dos militares ao controle do estado brasileiro, em 1964, tendo como referencial teórico o pensamento político de Maquiavel e a sua pertinência analítica  para o contexto pré-eleitoral de 2018.

Número de vagas: 150

Horário: 15/08/18 - 15:30

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MC 19: Tópicos de matemática básica e estratégias de ensino - 15/08 - 15h30min às 18h30min - Sala 129 - Bloco A

Ministrante: Carla Antunes Fontes

Resumo

Diversos autores apontam as dificuldades encontradas por professores de Matemática, notadamente aqueles que terminaram o curso de Licenciatura recentemente, ao atuar nas séries iniciais do Ensino Fundamental II. Uma das razões por eles levantadas é o fato de que, muitas vezes, os assuntos a serem ensinados nessas séries não foram revistos sob o ponto de vista da prática pedagógica, ou seja, de como pode ser construído seu processo de ensino e aprendizagem. O objetivo deste minicurso é abordar alguns tópicos de Matemática básica, não só efetivamente construindo determinados conceitos que podem ter sido eventualmente memorizados pelo participante à época de seu aprendizado, como também levando o participante a refletir sobre sua prática, conhecendo ou elaborando estratégias que enriqueçam o processo de ensino e aprendizagem destes assuntos. Pretende-se estimular reflexões sobre o significado dos números e de suas operações, incluindo a resolução de problemas por Aritmética, sem utilização da Álgebra. Os algoritmos das operações serão enfatizados, assim como o conceito de sistema de numeração posicional e suas implicações. Isto será feito por meio de exercícios propostos, cujas resoluções deverão ser elaboradas de acordo com a série do Ensino Fundamental II em que estejam inseridos, e que será explicitada. Ao longo de todo o minicurso, serão feitos questionamentos sobre os conceitos que os participantes trazem e sobre o método que pretendem utilizar para ensiná-los a alunos das séries iniciais do Ensino Fundamental II, a fim de colher depoimentos e suscitar discussões que tornem mais dinâmica a apresentação dos assuntos pretendidos.

Número de vagas: 35

Horário: 15/08/18 - 15:30

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MC 20: IFFoco Libras: desvendando a Língua de Sinais - 15/08 - 15h30min às 18h30min - Auditório Reginaldo Rangel - 1º andar Bloco A e Quadra

Ministrante: Estêvam Farias Sá; Haila Lopes de Sousa; Priscila Santos Araújo; Lucas Vilaça Ribeiro; Reginaldo Ferreira da Silva; Diogo Henriques Cabral; Rafael Monteiro da Silva

Resumo

O “IFFoco Libras: desvendando a Língua de sinais” pretende de maneira dinâmica, lúdica e assertiva envolver os interessados para que descubram naturalmente a importância da Libras e da comunicação com a Pessoa Surda dentro e fora do Instituto. O minicurso acontecerá em três momentos distintos: o primeiro será com todos os interessados no auditório Reginaldo Rangel, em seguida, serão distribuídos em locais do IFF (como uma sala no CENACAM, um espaço na quadra e o próprio auditório Reginaldo Rangel). As oficinas, ou centros de interesses estão divididos de acordo com as Licenciaturas: i)Teatro e Libras: integrando saberes e experiências; ii)Corpos falantes e movimento na Libras. iii) Contextualizando a Libras enquanto língua. Em seguida, todos retornarão para o auditório para uma exposição de 30 minutos, trocas de experiências e a culminância em que os interessados sairão sabendo uma música em Libras.

Número de vagas: 80

Horário: 15/08/18 - 15:30

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MC 21: Oficina de Música: ouvir e entender música - 16/08 - 15h30min às 18h30min - Sala de Música - 3º andar - CENACAM

Ministrante: Charles William Vieira Vianna

Resumo

A música está presente por toda a parte. Muitas pessoas se dizem amantes da música, mas já se perguntaram se conseguem ouvir tudo o que está acontecendo na música quando estão ouvindo-a ou se realmente estão sendo sensíveis a ela? A oficina de música: ouvir e entender música, busca através de vivencias práticas identificar as possibilidades musicais encontradas no nosso dia a dia e conhecer os elementos básicos da música para que o ouvinte tenha uma nova experiência ao ouvir música. As atividades serão baseadas nas propostas pedagógicas dos educadores musicais Murray Schafer, Carl Orf, Émile Jaques Dalcroze e Keith Swanwick, visando a construção de uma apreciação consciente por “leigos” em música, com identificação de ritmos, melodias, harmonias e timbres criando sentido a escuta musical através da vivência corporal e com o auxílio de instrumentos musicais. Ouvir música é um processo simples e natural e isso deve ser para todos.

Número de vagas: 20

Horário: 16/08/18 - 15:30

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MC 22: Em cena: o corpo do professor - Oficina de Consciência e Preparação Corporal para Professores - 15/08 - 15h30min às 18h30min - Sala Kapi - CENACAM

Ministrante: Mônica Cristina Mesquita de Souza

Resumo

O corpo e a voz são elementos essenciais para vários profissionais, mas principalmente para aqueles atuam no ensino e em sala de aula. Contudo na maioria dos cursos de formação de professores não se tem uma disciplina ou trabalho prático de preparação corporal e vocal, onde o foco de estudo seja o corpo e voz do professor para aprimoramento do seu trabalho em sala de aula. Ou mesmo a utilização de exercícios práticos voltados a comunicação e expressividade do docente em sala de aula. Mas como podemos tornar o nosso corpo mais expressivo? O objetivo desta oficina é fazer um trabalho neste sentido, voltado à consciência e preparação corporal de professores de todas as áreas que atuam em sala de aula. Para isso estaremos nos utilizando de técnicas teatrais de atuação, preparação corporal e vocal normalmente usadas para atores e ensino do teatro, adaptadas para o professor em sala de aula. Buscando fazer um trabalho de corpo voltado para docentes das mais diversas áreas com o intuito de tornar o corpo deste professor mais expressivo. O que na linguagem teatral chamamos de corpo cênico. Um corpo simbólico, com presença, e energia representacional que extrapola os significados comuns do cotidiano. A oficina pretende trabalhar técnicas híbridas de atuação, improvisação, exercícios e Jogos consciência, preparação corporal e vocal, que possam ajudar o profissional no seu trabalho do dia a dia e desenvolvimento da expressividade enquanto docentes em sala de aula. Também serão abordados algumas técnicas e exercícios teatrais que podem ser adaptados para a tela, e voltados para gravação de vídeo-aulas. A oficina será essencialmente prática e de experimentação corporal, sendo que os participantes deverão ir com roupas confortáveis.

Número de vagas: 15

Horário: 15/08/18 - 15:30

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MC 23: "Aspectos culturais associados à relação homem-mosquito e a disseminação de doenças" - 15/08 - 15h30min às 18h30min - Sala 114 - Bloco A

Ministrante: Maryana Lyra da Conceição; Raiza Souza Prazeres; Desiely Silva Gusmão Taouil

Resumo:

As doenças de um povo e a forma como o homem lida com essa realidade é um reflexo da cultura, entre outros fatores. O ser humano interage com mosquitos ao longo de toda sua história. A sociedade mudou com o desenvolvimento da Ciência e esta relação também vem mudando. O contato com os mosquitos não é agradável e o homem costuma evita-lo. Mesmo assim, a cidade está repleta de mosquitos e as doenças transmitidas pelos mesmos não cessam. Antes era a Dengue, agora a febre amarela ressurge num cenário também ocupado pela Zika e Chikungunya. Não faltam vírus para ameaçarem a vida do homem, mas faltam medidas efetivas para o controle dessas doenças. Nesse aspecto, este minicurso objetiva fazer uma caracterização das doenças transmitidas por mosquitos e gerar uma reflexão sobre a forma como lidamos com os agentes patogênicos que nos cercam, fazendo uma análise dos hábitos diários que podem maximizar ou minimizar a disseminação das doenças transmitidas por mosquitos. Serão apresentados resultados de uma pesquisa com alunos do Ensino Médio, que mostram como o comportamento humano é afetado em função de estarem vivendo numa região endêmica para doenças transmitidas por mosquitos. No final do minicurso, os participantes observarão a olho nu e com auxílio de microscópio o mosquito Aedes aegypti em todas as suas fases de vida proporcionando uma rica troca de informação e experiência. Esta é mais uma ação do projeto de Extensão “Aedes aegypti: conhecer para combater” que vem sendo desenvolvido no IFF Campos Centro.

Número de vagas: 30

Horário: 15/08/18 - 15:30

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MC 24: A linguagem cartográfica nas aulas de geografia à luz da BNCC (Base Nacional Comum Curricular) do Ensino Fundamental - 15/08 - 15h30min às 18h30min - Sala 130 - Bloco A

Ministrante: Renato Batista da Conceição

Resumo

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do Ensino Fundamental, apresenta-se atualmente no cotidiano da Educação Básica como uma grande novidade para muitos licenciandos e professores de Geografia. Em diferentes espaços através deste novo documento oficial, tem surgido discussões importantes relacionadas ao papel da geografia escolar no processo formativo dos alunos. Neste contexto o presente minicurso tem como principal objetivo propor reflexões sobre a importância da linguagem cartográfica como facilitadora no processo de construção e compreensão dos conceitos e estudos da Geografia na Educação Básica, bem como, levantar discussões que desencadeiem em possíveis intervenções e criação de práticas pedagógicas criativas e inovadoras na escola, que ratifiquem a importância da linguagem cartográfica no processo de ensino-aprendizagem na perspectiva do pensar e ver o mundo de maneira mais consciente e crítica.

Número de vagas: 15

Horário: 15/08/18 - 15:30

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MC 25: "As gay, as bi, as trava e as sapatão, tão tudo organizada para fazer revolução!": questões de gênero, topofilias e topofobias na cidade - 15/08 e 16/08- 15h30min às 18h30min - Sala 106 - Bloco A

Ministrante: Fernanda de Faria Viana Nogueira; Thaís Dias; Antônio Bernardes

Resumo - Este minicurso terá duração de dois dias, 15/08 e 16/08.

Na 20ª Parada do Orgulho LGBT realizada na cidade de São Paulo, no ano de 2016, se ouvia os gritos dos participantes: “As gay, as bi, as trava e as sapatão, tão tudo organizada pra fazer revolução!”. É nesse contexto que propomos um mini curso/oficina que busca por meio da discussão acerca dos gêneros – heterossexuais, homossexuais, bissexuais, transexuais, inter gênero, etc. – e dos movimentos feministas e LGBTI+, que se estabelece de forma gradualmente crescente e necessária na contemporaneidade, interpretar as perspectivas dos sujeitos – de forma a abranger principalmente como estes abordam o cerne dessa discussão – que habitam os lugares na cidade de Campos dos Goytacazes-RJ. De uma só feita, pretendemos evidenciar, interpretar e debater o modo de existência desses sujeitos e o que os lugares na cidade significam para eles considerando aqueles que os acolhem e possibilitam certa segurança e conforto – topofilia – ou aqueles que lhe cerceiam, restringem e/ou lhes promovem a sensação de insegurança – topofobia. Entremeio a esse debate destacaremos as relações topofílicas e topofóbicas que se desenvolvem em lugares de formação – escolas, universidades, centros de formação, etc. -, assim como as relações sociais que os ensejam. Desse modo, o mini curso/oficina tem como objetivo fazer uma aproximação do debate das questões de gênero e feminista por meio de referenciais teóricos metodológicos da Geografia, Ciências Sociais, Filosofia e Biologia através do desenvolvimento de atividades como: produção de mapas sobre percepções da cidade, apresentação dos principais conceitos e breve histórico sobre as teorias feministas e queer, e, a incorporação e discussão sobre a existência e o lugar, se aplicando a vivência dos sujeitos participantes dessa proposta de mini curso/oficina em Campos dos Goytacazes.

Número de vagas: 30

Horário: 15/08/18 - 15:30

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MC 26: O ensino de gramática na escola: novos e velhos olhares - 16/08 - 15h30min às 18h30min - Sala 109 - Bloco A

Ministrante: Andressa Peres Teixeira

Resumo

Este minicurso objetiva oferecer ao professor de Língua Portuguesa em formação inicial e/ou continuada um panorama acerca do ensino de gramática na escola brasileira. A partir de um breve retrospecto que se inicia com a Antologia Nacional de Fausto Barreto e Carlos de Laet, publicada originalmente em 1895 até a Gramática Pedagógica do Português Brasileiro de Marcos Bagno (2012), o minicurso perpassará as metodologias e os horizontes teóricos no ensino desse campo do saber instrumental de Língua Portuguesa em nosso país.

Número de vagas: 30

Horário: 16/08/18 - 15:30

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MC 27: Artes e Interdisciplinaridade: (des)construções e (des)ilusões - 16/08- 15h30min às 18h30min - Sala de Música 303 CENACAM

Ministrante: Elisabeth Soares da Rocha

Resumo

Ao considerarmos as produções artísticas enquanto área de conhecimento e sua relação com a forma histórica concreta mediante a qual os seres humanos estabelecem suas relações sociais de produção é significativo refletir sobre o quanto o conhecimento é visivelmente limitado no sentido em que um sujeito seja capaz de exaurir determinada problemática. Dessa forma, conhecer a realidade e explicitá-la na integridade das características e qualidades de sua totalidade, torna-se um grande desafio. Assim, o pensamento a ser construído deverá conter em sua concepção a compreensão dessas produções artísticas, considerando sua origem nas diversas áreas do saber e reflexo do mundo, como forma de produção humana integrada e não isolada. Numa ação conjugada com a prática e a reflexão, o minicurso, “Artes e Interdisciplinaridade:  (des)construções e (des)ilusões”, envolve uma prática pedagógica, trazendo para sala de aula o desenvolvimento da sensibilidade e um estudo de arte dentro de um trabalho contextualizado e participativo para que os alunos estejam motivados para o aprendizado.  Num diálogo das artes com as demais disciplinas do currículo escolar relacionando atividades artísticas, a saber, música, artes cênicas, dança e artes visuais entre si e as demais disciplinas. Assim, torna-se importante buscar refletir sobre um novo conceito de conhecimento propondo a visão de totalidade, para que, mesmo com disciplinas e conhecimentos fragmentados, na estrutura de matriz curricular, a construção do conhecimento deve buscar um aprendizado mais efetivo considerando os diversos fatores que são fundamentais para a totalidade que se insere a vida e suas relações sociais.

Número de vagas: 25

Horário: 16/08/18 - 15:30

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MC 28: Google Cardboard: óculos de realidade virtual de baixo custo para uso em sala de aula - 16/08 - 15h30min às 18h30min - Sala 201- Bloco F (laboratório de informática)

Ministrante: Michelle Maria Freitas Neto; Ana Paula Rocha Viana

Resumo

O uso de recursos de realidade virtual e de realidade aumentada tem se popularizado em salas de aula do mundo inteiro, a partir do lançamento de aplicativos gratuitos e de dispositivos de baixo custo por gigantes do setor de tecnologia. No minicurso, os participantes conhecerão as principais ferramentas do tipo em uso na atualidade e aprenderão a montar um CardBoard, óculos de realidade virtual criado pela Google e que é feito apenas com papelão, imã, lentes, fita adesiva e um celular ligado à internet. O objetivo é demonstrar, na prática, como esses recursos funcionam e a viabilidade de utilização deles por alunos e professores no dia a dia escolar. Para isso, será apresentado também o aplicativo Expedições, da Google, que oferece uma série de conteúdos educacionais gratuitos que permitem uma imersão, por meio da realidade virtual, em temáticas relacionadas a áreas como Biologia, Química, História, Geografia, Matemática, Artes e Física, entre diversas outras, além de permitir que os estudantes visitem, virtualmente, cidades, museus e locais históricos do mundo todo sem precisar sair da escola. Por meio do aplicativo Expedições, os participantes também terão a oportunidade de conhecer recursos de realidade aumentada disponíveis gratuitamente, em que é possível visualizar desde simulações do funcionamento do corpo humano até o sistema solar em movimento. Na oportunidade, serão apresentadas ainda experiências realizadas por professores no Instituto Federal Fluminense Campus Itaperuna, tanto no cotidiano da sala de aula quanto em eventos e atividades que incluem estudantes de diferentes faixas etárias de escolas públicas da Região Noroeste Fluminense, com os mesmos recursos que serão demonstrados no municurso.

Número de vagas: 24

Horário: 16/08/18 - 15:30

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MC 29: A pedagogia do encantamento: novo paradigma da educação do século XXI - 16/08 - 15h30min às 18h30min - Auditório Miguel Ramalho

Ministrante: Elias Rocha Gonçalves

Resumo

Como Autor do Livro A PEDAGOGIA DO ENCANTAMENTO, já distribuído para mais de vinte e oito países, difundo a prática pedagogia baseada na motivação, interesse e novas tecnologias com objetivo de criar no professor, na família e na sociedade a cultura do encantamento, de valorizar pequenas coisas. Assim, as práticas educacionais dependem em grande parte do significado e do valor que temos sobre dimensões-chave, como indivíduo, sociedade, cultura e como elas se inter-relacionam. Friso a importância da valorização do outro e de si. Brincar, dançar, pular. Esse é o papel do professor, encantar-se para encantar.

     Palavras-chave: Pedagogia.  Encantamento.  Valorização.

Número de vagas: 40

Horário: 16/08/18 - 15:30

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MC 30: Desenvolvimento de crianças autistas e inclusão escolar - 16/08 - 15h30min às 18h30min - Sala Multimídia 1 - Bloco A

Ministrante: Odila Maria Ferreira de Carvalho Mansur

Resumo

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um transtorno do neurodesenvolvimento com impactos importantes no desenvolvimento do indivíduo e que começa a se manifestar nos primeiros três anos de vida, gerando grandes dificuldades na comunicação, interação social e aprendizagem. O Autismo pode ou não ser associado a um comprometimento cognitivo. Essa associação está presente em aproximadamente 70% dos casos. A criança com autismo não está suscetível a trocas sociais contínuas com as outras crianças ou com os adultos, apresentando déficits na atenção conjunta, na capacidade de imitação, na falta de sensibilidade às recompensas sociais, que são competências fundamentais para que a criança participe do ambiente de aprendizagem social. Sabemos que os professores e o ambiente escolar são referências determinantes para a vida e o desenvolvimento da criança e do adolescente. Do ponto de vista educacional, o processo de inclusão deve ser capaz de atender a todos, indistintamente, dentre eles, os autistas, incorporando as diferenças no contexto da escola, o que exige a transformação de seu cotidiano e, certamente, o surgimento de “novas formas de organização escolar, audaciosas e comprometidas com uma nova forma de pensar e fazer educação”. Objetivos: ampliar o conhecimento sobre o TEA; compreender a importância da detecção precoce, bem como facilitar a identificação dos sinais de alerta, por pais e professores; discutir estratégias para a inclusão de autistas no sistema educacional. Metodologia: exposição dialogada; discussão de casos; utilizando recursos audiovisuais como slides, vídeos e outros. Conclusão: a detecção precoce de sinais de risco, bem como o fornecimento, por pais professores e terapeutas, de inúmeras estratégias estruturadas para trabalhar com as mesmas, desde muito jovens, em contextos individuais e em grupo,  colaboram para o  desenvolvimento da criança em domínios-chave como a imitação, a comunicação, a cognição, as competências motoras e sociais, o comportamento adaptativo e os jogos.

Número de vagas: 30

Horário: 16/08/18 - 15:30

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MC 31: Um olhar geométrico para resolução de equações quadráticas - 16/08 - 15h30min às 18h30min - Sala 127 - Bloco A

Ministrante: Jéssica Alves Quintanilha; Daniela Dias Nogueira; Janete Henrique Gomes; Luiza Ferreira Costa; Tayná Monteiro Coelho de Freitas; Poliana Figueiredo Cardoso Rodrigues

Resumo

O trabalho apresentado é resultado das atividades desenvolvidas na disciplina Laboratório de Ensino e Aprendizagem de Matemática (LEAMAT) do curso de Licenciatura em Matemática do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense Campus Campos Centro. Reconhecendo a importância do estudo de equações quadráticas na vida acadêmica do aluno, pretende-se apresentar neste minicurso o método geométrico de Descartes para a resolução da equação quadrática, aliando a História da Matemática à Construção Geométrica, desta forma proporciona-se aos alunos outro tipo de registro de representação semiótico para encontrar as raízes de equações quadráticas. Ao iniciar o minicurso será entregue uma apostila, na qual será realizada a leitura de uma história em quadrinhos, sobre Rene Descartes, que retrata o contexto histórico em que ele viveu e o motivo que o levou a desenvolver o método apresentado. Posteriormente, serão apresentados a descrição do método geométrico de Descartes e alguns instrumentos de construção geométrica (par de esquadros e compasso). O material utilizado é composto por uma lista de 3 atividades, discutindo assim os três casos do método geométrico, seguidas do roteiro para chegar a solução. Cada atividade foi subdividida em dois itens, o primeiro item identificado como “a”, foi dedicado para a resolução da equação quadrática por meio do método geométrico, já o item “b” foi reservado para que o aluno resolva a equação usando o recurso mais conhecido por ele, ou seja, pela fórmula resolutiva da equação polinomial do segundo grau. Desta forma espera-se que o aluno compare as respostas obtidas pelos dois métodos e constate que o novo método funciona corretamente. Ao final, será solicitado que os alunos resolvam uma atividade de verificação da aprendizagem, com o intuito de averiguar se o aluno é capaz de aplicar o método geométrico, identificando qual caso deve utilizar para encontrar as raízes da equação.

Número de vagas: 25

Horário: 16/08/18 - 15:30

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MC 32: Brinquedo cantado - 16/08 - 15h30min às 18h30min - Sala 129 - Bloco A

Ministrante: Érica Pereira Neto; Márcio Cabral da Silva

Resumo

O brinquedo cantado possui um elemento de motivação que poucas atividades apresentam, o prazer da atividade lúdica. A atividade lúdica é uma poderosa ferramenta para permitir a criança experienciar alegria, regras, diversão, responsabilidade, ritmos e movimentos corporais. Portanto, o brincar na infância deve ser visto como um importante recurso pedagógico. E, o brinquedo cantado é um instrumento que se utiliza diferentes aspectos do desenvolvimento da criança, de forma lúdica e prazerosa. No brinquedo cantado, o corpo é usado como um brinquedo, um instrumento de descoberta, e a música, como um "combustível" para uma explosão de movimentos. Os brinquedos cantados podem desenvolver várias habilidades motoras como, motricidade ampla, ritmo, equilíbrio, lateralidade, percepção espaço-temporal, além de desenvolver a atenção, a imaginação e a criatividade. Sem contar no resgate das brincadeiras que são passadas de geração para geração, sendo estas recriadas a cada nova geração ganhando novas formas inovadoras. Os participantes irão vivenciar gestos como dar as mãos, cantar junto, participar lado a lado, promovendo assim as sensações (percebidas pelas crianças) de segurança, aceitação junto ao grupo e liberdade de movimento corporal. O objetivo deste minicurso é promover a vivência de diferentes brinquedos cantados, permitindo assim que, os praticantes possam conhecer e disseminar estas atividades nas escolas. Tornando as aulas mais atraentes e despertando o interesse nos alunos.  Espera-se que, possa contribuir para a reverberação do brinquedo cantado como um instrumento educacional no desenvolvimento e aprendizagem integral da criança, ou seja, tanto afetivo, cognitivo e social. Já que o brinquedo cantado educa, ensina e deve estar inserido no planejamento dos professores de educação física para se trabalhar nas séries iniciais de forma organizada, flexiva e dinâmica.

Número de vagas: 40

Horário: 16/08/18 - 15:30

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MC 33: Utilização de recursos visuais no ensino de língua portuguesa como segunda língua a alunos surdos em contexto inclusivo/bilíngue - 16/08 - 15h30min às 18h30min - Sala 114 - Bloco A

Ministrante: Cristiaine Silva Ribeiro; Francieli de Carvalho Vicente; Déborah do Nascimento Rangel; Thayanni Vieira dos Santos

Resumo

Na educação de surdos, muito se tem falado em bilinguismo: a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como primeira língua (L1) e a Língua portuguesa como segunda língua (L2). A difusão da Libras e o ensino bilíngue para alunos surdos são garantidos em consonância com a legislação vigente, Decreto nº 5.626 de 22 de dezembro de 2005, e de abordagens de correntes teóricas atuais. Entretanto, essa condição de bilinguismo só será alcançada caso seja oportunizado ao surdo ambiente propicio para que o mesmo desenvolva seu potencial de aprendizagem de segunda língua. Desse modo, o minicurso visa apresentar aos participantes algumas estratégias de ensino da Língua portuguesa como L2 que possibilite ao surdo ampliar seu vocabulário e desenvolver a leitura e escrita do português de forma prazerosa, mostrando como o ensino da língua portuguesa pode ser desenvolvido em contexto inclusivo/ bilíngue, apoiando-se no uso de outros recursos visuais-midiáticos além do texto escrito, abordando algumas considerações teórico-reflexivas e a experiência com a elaboração de materiais bilíngues podem contribuir para a formação docente. Com isso, propõe-se apresentar a elaboração de materiais bilíngues como caminho fundamental para o desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem dos alunos surdos. Ressaltando a importante contribuição para a formação acadêmica de futuros docentes. Assim, esperasse que os cursistas possam aprender a desenvolver e a aplicar os recursos apresentados na educação de surdos.

Número de vagas: 30

Horário: 16/08/18 - 15:30

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MC 34: Dissipando certas dúvidas da língua portuguesa - 16/08 - 15h30min às 18h30min - Sala 130 - Bloco A

Ministrante: Marília Siqueira

Resumo

Como professores de língua portuguesa, somos frequentemente questionados quanto a alguns pontos “escorregadios” do nosso idioma. O objetivo deste minicurso consiste em trazer à tona, com base especialmente no Novo dicionário de dúvidas da língua portuguesa, do gramático Evanildo Bechara, dúvidas nas áreas de pronúncia e escrita de certas palavras e expressões.

Número de vagas: 30

Horário: 16/08/18 - 15:30

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MC 36: Proporcionalidade no Ensino Fundamental - 16/08 - 15h30min às 18h30min - Sala Multimídia 2 - Bloco A

Ministrante: Leandro Sopeletto Carreiro

Resumo

A proporcionalidade é certamente um dos conceitos matemáticos mais importantes a serem trabalhados com os alunos do Ensino Fundamental II. Está presente em situações e problemas envolvendo razões, regra de três (simples e composta), divisão em partes proporcionais e na geometria plana com Teorema de Tales e semelhança de polígonos e circunferência. A proporção é também uma ferramenta no estudo de temas de outras áreas das ciências tais como a física (problemas com movimento uniformemente variado e escalas termométricas), química (Lei de Proust e densidade), biologia (Alometria) e geografia (Mapas e escalas). Diante de toda a sua aplicabilidade em situações cotidianas, interdisciplinaridade e das dificuldades no processo de ensino e aprendizagem de razão e proporção no Ensino Fundamental II é que este minicurso foi pensado. Temos como principal público alvo os professores e Licenciandos em Matemática, Ciências da Natureza ou Geografia. Por se tratar de um tema transversal e de vasta aplicação, o presente minicurso também pode ser agregador de conhecimentos para professores e Licenciandos de outras áreas. Serão desenvolvidas atividades e dinâmicas de grupo de modo a contribuir para a consolidação dos conceitos já adquiridos pelos participantes do minicurso e ampliar sua perspectiva e estratégias para o ensino e aplicação de proporcionalidade na sua disciplina.

Número de vagas: 30

Horário: 16/08/18 - 15:30

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MC 37: Dança narrativa: aprender a dançar ou aprender dança na escola? - 16/08 - 15h30min às 18h30min - Sala do Espelho (Ginásio)

Ministrante: Tatiana de Oliveira Almeida

Resumo

A oficina foi criada a partir da pesquisa de mestrado da proponente cujo objeto analisado foi o conjunto de aulas de Dança lecionadas em uma escola da rede municipal de ensino de Juiz de Fora/MG. A expressão Dança Narrativa não se trata de um conceito ou de uma teoria, tampouco de um “passo-a-passo” para o ensino/aprendizagem da dança. Ela identifica a prática docente desenvolvida pela proponente no período em que lecionou na Escola Municipal Menelick de Carvalho e, também, uma possibilidade de organização de um pensamento sobre a arte da dança na escola que considere a experiência dos/as discentes como caminho para a construção de conhecimento em dança. O principal objetivo da oficina é proporcionar aos participantes o contato com o pensamento desenvolvido nessa pesquisa, vivenciando um caminho para a experiência em dança e refletindo a qualidade da presença desse campo de conhecimento no contexto da Educação Básica. De natureza prático-teórica, a oficina será desenvolvida a partir de três etapas, resultados da pesquisa de mestrado, que não tem a pretensão de serem conceitos enrijecidos e fragmentados, e sim um processo metodológico orientador e facilitador da experiência artística. Sendo elas: Pesquisa/Materiais, Experimentação/Criação e Composição Coreográfica.  Os/As inscritos/as participarão de uma aula de dança na qual serão trabalhados exercícios de preparação corporal para fins de aquecimento e alongamento, jogos para o reconhecimento do espaço, percepção do tempo, sequências de movimentos criados pela professora e pelos próprios alunos a partir da improvisação, dentre outras propostas que tenham o movimento como foco. A oficina também será espaço de discussão no que se refere à presença da dança na escola, a fim de se compreender que a aprendizagem da dança ultrapassa o desejado – ou assustador – “aprender a dançar”. Sendo assim, a questão norteadora dessa Semana das Licenciaturas também conduzirá nossas reflexões: “Onde se aprende a profissão docente” na área da Dança? Provocando a reflexão sobre a necessidade da formação inicial e continuada do profissional que lecionará esse campo de conhecimento.

Número de vagas: 20

Horário: 16/08/18 - 15:30

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MC 38: Oficina memórias e ancestralidades: experiências entre o teatro e eu - 16/08 - 15h30min às 18h30min - Laboratório de Física II- 2º andar - Bloco A

Ministrante: Eduardo Birchler; Laura Otal Ribeiro; Barbara Ferreira Melo; Yan Freitas; Lais Pinto Lino; Alissan Maria da Silva

Resumo

A oficina será conduzida pelos bolsistas dos projetos de pesquisa e extensão ao qual o Coletivo Artístico Saravá se vincula no IFFluminense. Nessa oficina, os licenciandos em teatro articularão elementos que vêm estudando e experimentando na busca pelo diálogo/intersecção entre as performances afro-brasileiras e o ensino do teatro. Na busca por uma perspectiva afrocentrada, os estudantes propõem uma oficina que visa articular princípios básicos do teatro na conexão com seu próprio corpo, com o corpo do outro e o espaço na relação com a circularidade e as memórias grafadas pelas experiências dos sujeitos.

OBS: Os participantes precisam estar com roupas de trabalho (confortáveis)

Número de vagas: 20

Horário: 16/08/18 - 15:30

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MC 39: Treinamento muscular inspiratório: da saúde ao atleta (teórico e prático) - 16/08 - 15h30min às 18h30min - Auditório Reginaldo Rangel - 1º andar Bloco A

Ministrante: Leandro de Aquino

Resumo

A respiração é um importante processo fisiológico atuando tanto na saúde quanto no rendimento esportivo. O treinamento respiratório tem sido usado durante muito tempo por fisioterapeutas no trabalho de reabilitação respiratória com o objetivo de melhoria da ventilação alveolar, a prevenção de crises respiratórias, a educação do padrão de respiração do paciente contribuindo para melhoria da capacidade física. Com o aumento das evidências científicas sobre os benefícios do Treinamento Muscular Inspiratório (TMI) para populações saudáveis e patológicas diversos pesquisadores têm buscado uma associação positiva entre o desempenho esportivo e o treinamento respiratório. A ação do músculo diafragmático é extremamente atuante no processo respiratório, respondendo por cerca de 70% do trabalho inspiratório, demonstrando assim sua representatividade no quesito saúde e para o desempenho esportivo. As características fisiológicas da fadiga dos músculos inspiratórios além de diminuir a ventilação, aumenta a atividade simpática e diminui o fluxo sanguíneo nos músculos periféricos caracterizando assim uma queda de performance. O TMI pode ser o importante componente auxiliar para a prescrição do treinamento físico, otimizando assim os resultados positivos. Os participantes vivenciaram uma abordagem fisiológica do sistema respiratório para um entendimento básico das suas características, passando por tipos e abordagens do treinamento respiratório e finalizando com técnicas avançadas de TMI. O curso será teórico e prático para aumentar a vivência dos inscritos.

Número de vagas: 50

Horário: 16/08/18 - 15:30

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MC 40: O jogo de xadrez e os mapas mentais como instrumentos de apoio à reflexão espacial - 16/08 - 15h30min às 18h30min - Sala 222 - Bloco A (LIFE)

Ministrante: Ralfe de Souza Medeiros da Silva

Resumo

O jogo de xadrez configura-se como um potencial instrumento didático, uma vez que estimula o raciocínio lógico, crítico e espacial, a memória, a paciência, a cordialidade, imaginação e abstração. Semelhante ao jogo dos reis, os mapas mentais destacam-se pela representação do espaço vivido dos sujeitos que os elaboram. Tal representação exige a capacidade de abstração e lógica espacial dos confeccionadores do mapa, visto que irão representar o espaço em que vivem a partir da maneira como o percebem. A reflexão espacial é fundamental para uma análise geográfica dos fenômenos que ocorrem no cotidiano. Sendo assim, o objetivo desta oficina é propor o jogo de xadrez e o mapa mental como instrumentos de estímulo ao olhar geográfico dos sujeitos. Figuram como objetivos específicos da oficina: analisar a importância da reflexão espacial para o raciocínio geográfico; ensinar as regras básicas do jogo de xadrez (movimento e valor das peças, xeque e xeque mate) e propor atividades de elaboração de mapas mentais. Nesse sentido, para que as atividades ocorram, serão disponibilizados cinco tabuleiros e peças do jogo de xadrez, folhas A4 e canetas.

Número de vagas: 10

Horário: 16/08/18 - 15:30

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MC 41: Práticas Pedagógicas para o desenvolvimento do raciocínio espacial e geográfico - 16/08 - 15h30min às 18h30min - Sala 128 - Bloco A

Ministrante: Linovaldo Miranda Lemos

Resumo

O pensamento espacial se refere a processos cognitivos envolvidos na percepção, descrição e análise do espaço com vistas à produção de um conhecimento. Nesse sentido, conceitos espaciais, formas de representação e processos de raciocínio se inter-relacionam na produção desse conhecimento espacial de forma a permitirem a compreensão das localizações dos objetos e de suas relações topológicas, bem como das estruturas espaciais e de suas diferentes funções ao longo do tempo. Já o pensamento geográfico se refere ao próprio campo disciplinar da geografia e aos processos de aprendizagem que lhes são intrínsecos.  Baseado na literatura científica sobre o tema, o curso propõe uma simbiose entre o pensamento espacial e o pensamento geográfico de forma a produzir um conhecimento geográfico significativo, capaz de permitir a compreensão da espacialidade dos fenômenos no mundo contemporâneo, em diferentes escalas. O minicurso ora proposto tem por objetivos i) apresentar, em linhas gerais, a discussão teórica que embasa e sustenta a temática; ii) propor atividades e práticas pedagógicas para a Educação Básica com vistas ao desenvolvimento do pensamento espacial e geográfico; iii) contribuir para a produção de práticas de mediação didática por parte de professores e futuros professores.

Número de vagas: 25

Horário: 16/08/18 - 15:30

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MC 42: Se alcançar o céu é utópico, alcancemos as aves - 16/08 - 15h30min às 18h30min - Sala 204 - Bloco F

Ministrante: Jennyfer dos Santos Ribeiro; Raquel Gomes de Souza; Desiely Silva Gusmão Taouil

Resumo:

O ensino de Biologia vem sendo reformulado ao longo dos anos, mas ainda hoje é perceptível a falta de interesse dos alunos pelo conteúdo. Vem a cabeça a pergunta: Como uma área de estudo tão presente no dia a dia e tão bem ilustrada pela natureza pode ser desinteressante? Talvez seja porque tenhamos trocado o ar livre pelo ar-condicionado. A observação da natureza não é contemplada nas aulas. Trocamos exemplos de espécies próximas dos alunos, por espécies sem nenhuma relação com os mesmos. O resultado não poderia ser diferente. Partindo dessa constatação, este minicurso foi pensado. Os elementos centrais do curso são as aves e o meio onde vivemos (meio urbano). A ocupação do meio por organismos que vem se adaptando às condições criadas pelo homem. Quais são essas espécies? Estão tão próximas e ao mesmo tempo tão distantes. Basta olhar ao nosso redor, olhar para o céu. Como foram introduzidas, como reproduzem, interagem com o meio e com as demais espécies, as relações de competição por espaço e recursos alimentares, etc, serão analisados durante a explanação. Também será abordada a importância das árvores frutíferas para abrigo, alimentação e reprodução das aves urbanas. Podemos tê-las junto a nós, basta uma árvore com frutos. Todo o minicurso será ilustrado com fotos obtidas durante a realização de duas monografias do Curso de Licenciatura em Biologia. Este minicurso incentivará os futuros professores a utilizarem elementos do convívio dos alunos para motivação do interesse por conteúdos da Biologia, proporcionando reflexão sobre a direção que devemos dar ao trabalho como professor para tornar a aprendizagem mais prazerosa e eficaz.

Número de vagas: 30

Horário: 16/08/18 - 15:30

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MC 43: Transtornos de Aprendizagem: o que é e como lidar em sala de aula com o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade e com a Dislexia - 16/08 - 15h30min às18h30min - Laboratório de Física I - 2º andar - Bloco A

Ministrante: Keila de Andrade Chicralla

Resumo

 Atualmente, um dos grandes desafios do corpo docente é lidar com a desatenção e impulsividade das crianças em sala de aula, sendo estes alguns dos sintomas do Transtorno de Déficit de Atenção. Calcula-se ainda que a dificuldades em responder as questões nas avaliações têm origem na deficiência da criança em compreender o que se está solicitando, sem saber o docente que este pode ser um dos traços da dislexia. Apesar da legislação brasileira exigir das escolas a inclusão, a realidade nos mostra que os docentes não estão preparados para lidar com as necessidades deste aluno, contornando o transtorno, de forma a efetivar o aprendizado. Assim, neste curso, buscarei abordar as características dos dois transtornos de aprendizado mais recorrentes nas escolas (TDAH e Dislexia), esclarecendo suas características, como se apresentam em sala de aula e de que forma facilitar o aprendizado e as avaliações.

Número de vagas: 30

Horário: 16/08/18 - 15:30

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MC 44: Ambiente de aprendizagem Schoology: potencialidades para Ensino Híbrido - 16/08 - 15h30min às 18h30min - Laboratório de Informática do CELIFF

Ministrante: Lucas Franco Belém de Freitas; Gilmara Teixeira Barcelos; Sílvia Cristina Freitas Batista; Ameckson de Souza Ferreira

Resumo

O uso pedagógico de ambientes virtuais de aprendizagem (AVA) permite que professores tenham práticas docentes que possam potencializar o processo ensino e da aprendizagem. Estes ambientes, impulsionados pelo surgimento das redes sociais digitais e pelos sistemas de computação em nuvem, sofreram várias alterações. Sistemas de computação em nuvem possibilitam armazenamento de dados, de forma que o acesso aos mesmos possa ser feito em qualquer lugar, por meio de conexão Internet, sem a necessidade da instalação de programas nas máquinas locais. Neste contexto, insere-se o Schoology que é um AVA baseado em computação em nuvem, multiplataforma e que possui características de redes sociais digitais. O Schoology pode apoiar atividades pedagógicas na modalidade Ensino Híbrido. Esta modalidade é uma alternativa a práticas pedagógicas convencionais e, de maneira geral, consiste em associar as vantagens do ensino on-line com os benefícios da aula tradicional.  Nesse minicurso serão experimentados os recursos próprios do Schoology, tais como criação de páginas, quiz e fóruns; postagem de arquivos, fotos e vídeos e também, serão apresentadas possibilidades de integração com YouTube, Khan Academy, Dropbox e Google Drive. O minicurso será desenvolvido em duas partes. Na primeira, os participantes utilizarão o ambiente na posição de aluno e, na segunda, na perspectiva de professor. Para tanto, serão criadas turmas, grupos, fóruns, atividades variadas e avaliações. O Schoology será utilizado em computadores e as orientações de uso das ferramentas serão feitas por meio de um projetor multimídia. Espera-se que, ao final do minicurso, os participantes sintam-se motivados a utilizar o Schoology como uma ferramenta pedagógica tanto em suas práticas docentes presenciais quanto a distância.

Número de vagas: 20

Horário: 16/08/18 - 15:30

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MC45: Experiências do Programa LIFE: a construção de um Jornal Coletivo com alunos da 1ª série do Ensino Médio do Instituto Federal Fluminense – Campus Campos-Centro - 16/08 - 15h30min às 18h30min - Sala 101 - Bloco B

Ministrante: Vanessa de Castro Bersót Pereira; Elisângela Luiza da Silva Oliveira; Camila Maria Barcelos de Azevedo; Mariana Cruz da Silva; Éder Soares Coutinho; Natali de Oliveira Moreira; Rosângela Azevedo Caldas

Resumo

O Programa LIFE foi desenvolvido para contribuir  com a formação dos licenciandos do Instituto Federal Fluminense, visando a desenvolver atividades que agucem a criatividade e o senso coletivo nas licenciaturas, buscando metodologias inovadoras, de forma interdisciplinar e significativa. O curso de Licenciatura em Letras – Português e Literaturas e o curso de Licenciatura de Ciências da Natureza – Ciências e Biologia, Ciências e Física, Ciências e Química – organizaram e aplicaram o Programa LIFE no ano letivo de 2018. Com o nome  “Espelho de Duas Faces: uma visão interdisciplinar sobre a saúde”, o Programa LIFE, realizado por esses cursos, teve como objetivo principal construir um jornal com alunos da 1ª série do Ensino Médio do Instituto Federal Fluminense – Campus Campos-Centro, apresentando alguns dos diversos gêneros textuais contidos em um jornal, levando os educandos a conhecerem e produzirem tais gêneros acerca do assunto saúde, destrinchado, previamente, pelos licenciandos em Ciências da Natureza para que os alunos do Ensino Médio pudessem, com os subsídios básicos, produzir as matérias do jornal. Foram utilizadas, como metodologias para a elaboração do projeto, oficinas  de textos e imagens e, posteriormente, oficinas de construção dos textos jornalísticos, impressão e distribuição do jornal. A produção se deu após os alunos licenciandos do curso de Ciências da Natureza apresentarem os temas a serem desenvolvidos e incorporados ao jornal e  após os alunos licenciandos em Letras exporem os diversos gêneros textuais. Apesar de estar em processo de finalização, o programa LIFE terá como finalidade distribuir no Instituto, e nas redondezas, os jornais produzidos e confeccionados pelos próprios alunos. Após a rica experiência e a fim de socializar o aprendizado ocorrido e os resultados obtidos no Programa LIFE, os cursos de licenciatura acima mencionados se propõem a ministrar um minicurso aos demais licenciandos do Instituto Federal Fluminense, contribuindo para a sua formação.

Número de vagas: 15

Horário: 16/08/18 - 14:30

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